PREFEITURA VAI RETOMAR OBRAS DA UNIDADE DE SAÚDE DO CIDADE NOVA

Serviços devem começar no final de janeiro

Postada em 05 jan 2018

Um ano após a paralisação das obras da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Cidade Nova, a Prefeitura de Foz do Iguaçu vai retomar os serviços. A abertura das propostas aconteceu na manhã de quinta-feira (22) na Diretoria de Compras e Suprimentos da Prefeitura, e a Construtora Possamai Ldta, de Santa Terezinha de Itaipu, foi à vencedora da licitação pelo critério menor preço. A empresa vai executar as obras e serviços complementares pelo valor de R$ 432.255,04. O valor máximo apresentado pelo município foi de R$ 617.191,11.

“Agora o processo vai para a Procuradoria Geral do Município para o parecer jurídico, e se tudo estiver correto, volta para a homologação do prefeito Chico Brasileiro. Na sequencia, assinamos o contrato e a ordem de serviço”, explicou o diretor da Secretaria de Obras, Valdir Lavinick. Segundo ele, com o recesso de final de ano, a previsão é de que as obras comecem no final de janeiro. “O prédio está com 80% da sua estrutura concluída, agora falta o acabamento, instalação da rede elétrica e hidráulica, pavimentação externa, pintura, entre outras melhorias”, detalhou Lavinick. O prazo para a conclusão dos serviços é de 120 dias após o inicio dos trabalhos.

Paralisação

A construção da UBS – localizada na Rua Eloi Armando Nedel – começou em 2015 e foi paralisada em janeiro de 2016 por falta de pagamento à construtora responsável.

O convênio firmado entre Governo do Estado e Município em 2015 previa a construção de três unidades básicas de saúde, nas regiões do Jardim Jupira, São Roque e Cidade Nova. A Unidade do Jupira foi a única a ser inaugurada na gestão passada.

Neste mês o Governo Municipal também retomou as obras da UBS do Jardim São Roque. A empresa vencedora da licitação foi a WZK Construções Ltda, de Cascavel, e o valor pago pelo município será de R$ 386 mil. O prazo para a execução dos serviços também é de 120 dias

Assim como a UBS do Cidade Nova, as obras do São Roque foram interrompidas no início de 2016 devido à falta de pagamento por parte da antiga gestão municipal às construtoras responsáveis pelos serviços.
AMN

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